O coração de O Fantástico Laboratório

Um coração de lata e sucata

O Byte

Um robô que aprendeu a amar a família que o construiu por acidente.

Ele não fala como a gente, e mesmo assim você entende tudo. É o personagem pensado para ficar com você muito depois da sessão acabar.

Animatrônico de verdade Cultura maker Sem CGI
O Byte, robô de lata cor de creme, cabeça-visor inclinada com olhos assimétricos, antenas de bola e duas rodas tortas.
O personagem

Quem é o Byte

Ele nasceu de uma máquina que deu errado.

Um menino inventor, tentando salvar a família com as próprias mãos, ligou uma máquina que prometia resolver todos os problemas do mundo. A máquina não resolveu nada. A máquina explodiu. E do meio da fumaça colorida levantou-se ele: baixo, torto, feito do que sobrou, com o velho disco rígido do avô batendo no lugar do coração.

Ele aprende como toda criança aprende, olhando, imitando e errando. Gruda no menino feito filhote. Descobre a pipoca e enlouquece de alegria. E, sem nunca dizer que ama, ama, do jeito que só ele sabe.

Entre a fumaça dourada do laboratório, o Byte ganha vida diante de Percival e Maria.

As primeiríssimas palavras dele

O... que... eu...?

Uma pergunta sem resposta que abre tudo.

O design

Como ele é

Inconfundível, e cada peça tem um porquê. Nada nele é liso ou perfeito. O Byte é bonito porque é remendado.

Blueprint · Unidade Móvel Autônoma "Byte" Blueprint técnico do Byte, análise de corpo inteiro com os internos rotulados: núcleo RPi4, Arduino Mega, drivers de motor, matriz de LED dos olhos, bateria LiPo e os motores de roda.
O corpo

Lata cor de creme, do tamanho de uma criança

Feito do que sobrou, roda em duas rodas tortas. Baixo e desengonçado.

A cabeça

Cabeça-visor que se inclina

Olhos assimétricos, um pontinho de luz e uma lente redonda, duas antenas de bola, uma antena fina e uma plaquinha verde no alto.

Os braços

Ele não tem braços

No lugar deles, dois cabos soltos que balançam e não pegam em nada. E ele passa o filme inteiro profunda e comicamente indignado com isso.

O coração

Luzes que mudam de cor

No peito, luzes que acendem conforme o que ele sente. E, onde deveria bater um coração, o disco rígido do avô inventor, com as iniciais raspadas a canivete.

Folha de personagem

As muitas caras do Byte

A cabeça-visor se inclina, os olhos assimétricos mudam, e mesmo sem um rosto de gente ele diz tudo.

O Byte de cabeça inclinada, curioso.
Curioso
O Byte atento, virado de lado.
Atento
O Byte animado, olhos bem acesos.
Animado
O Byte desconfiado, cabeça baixa.
Desconfiado
O Byte encantado, olhando para cima.
Encantado
Como ele fala

A gramática de luz

O Byte quase não usa palavras. Ele fala por luz, som e movimento. As cores do peito são o jeito dele de sentir na sua frente.

O Byte de frente, o peito aceso na cor da emoção que ele sente.

Peito azul

Susto, medo, atenção

Toque numa cor para ver o que ele sente. As luzes rodam sozinhas, como no filme.

Uma luz dourada nasce no encontro de duas mãos: o afeto sempre acha um jeito.

A antena fina, que nunca segurou nada

Ela se estica devagar. E abraça.

A prova de que o afeto sempre acha um jeito, mesmo quando faltam as mãos.

Feito à mão

Ele é de verdade

O Byte não é um personagem gerado por computador.

A construção

Cultura maker, prego a prego

Arduino, impressão 3D, sucata reaproveitada, servomotores, eletrônica e programação de código aberto. A estética do robô de sucata virou método real de invenção.

Em cena

Um animatrônico que contracena

Em cena, ele contracena de verdade com o elenco. Nada de tela verde no lugar do parceiro.

À vista do Brasil

A construção vira programa

É essa feitura, peça por peça, que o Laboratório Maker mostra à vista do Brasil.

No estúdio maker, um apresentador ao lado do Byte já montado, de olhos acesos, entre bancadas de ferramentas e impressoras 3D.
No ferro-velho à noite, o Byte de olhos acesos brilha ao lado da turma.

A última peça nunca foi uma fórmula

O coração ainda é o processador mais poderoso.

A máquina mais poderosa não é a que resolve tudo sozinha. É a que junta as pessoas.

O que ele quer dizer

Uma ideia simples e teimosa

Por que ele funciona com todo mundo

Ele funciona com crianças, com marcas e com escolas ao mesmo tempo. Ele não vende um produto. Ele lembra uma coisa que a gente sabe e esquece.