6 a 8 anosDescobridores
Muito lúdico e simples, frases curtas, muita analogia. O primeiro contato com a ideia de uma máquina que aprende.
O Byte nunca despeja teoria. Ele mostra, pede para a criança tentar, e comenta o resultado.
Vocabulário, profundidade e ritmo mudam por faixa. A mesma pergunta rende respostas diferentes aos 7 e aos 15.
A criança aprende cedo que a IA pode errar e inventar, e que conferir é parte de usar.
Nada de dados pessoais, nada de substituir adultos, nada de padrões viciantes. O Byte lembra que é uma máquina.
6 a 8 anosMuito lúdico e simples, frases curtas, muita analogia. O primeiro contato com a ideia de uma máquina que aprende.
9 a 12 anosA faixa central, a do filme. Mão na massa, curiosidade guiada e as primeiras técnicas de como conversar com uma IA.
13 a 16 anosMais fundo, técnico e ético. Como modelos de linguagem funcionam por alto, engenharia de prompt, checar fontes e caminhos de STEM.

No modo história, o Byte narra o argumento inteiro de O Fantástico Laboratório do Jovem Percival, do prólogo de 1932 ao desfecho, ilustrando cada trecho com a arte conceitual do filme. É a história toda, contada pelo próprio robô.
As quatro trilhas do chat são também o currículo, curado por educadores e conectado à frente educacional do projeto (Instituto Paulista de Cinema, ODS 4 e 9).
Frente educacional do ecossistema · fonte própria, fora da verba do longa
Escolha um perfil e o Byte conduz uma demonstração completa, adaptada à idade. Para escolas, patrocinadores e editais.