Sobre a história
Do que trata o filme?
É a história de Percival, um menino inventor de 15 anos que, tentando construir uma máquina capaz de resolver todos os problemas do mundo, acaba dando vida ao impossível: o Byte, um robô consciente feito de sucata. A partir daí, ele e um pequeno grupo de crianças precisam proteger a criação de quem quer colocar a mão nela. É uma aventura de ciência, amizade e emoção, no espírito dos grandes filmes de família.
Qual é a sinopse curta para publicar?
Um jovem inventor cria, por acidente, um robô que ganha consciência. Para protegê-lo, ele descobre que a invenção mais poderosa do mundo é a única que ninguém constrói sozinho. Uma aventura familiar brasileira sobre ciência, coragem e o poder de fazer junto.
Quem é Percival?
O protagonista, 15 anos, tímido e apaixonado por invenções. Ele carrega o peso de querer resolver, sozinho, os problemas da própria família, e a jornada do filme é justamente a de aprender a pedir e a aceitar ajuda.
O que é o Byte?
O coração do filme. Um robô consciente montado com sucata, sem braços, com antenas expressivas e luzes que mudam de cor conforme o que ele sente. O Byte se comunica de um jeito só dele, por luz, som e movimento, e conquista o público sem precisar de discurso.
Quem é a antagonista?
Frida, uma cientista excêntrica vivida por Fafy Siqueira, disposta a tudo para se apossar do segredo por trás do Byte. Ao seu lado está o Dr. Arnaldo (Blota Jr.), um auxiliar pedante que vive o próprio dilema ao longo da trama.
Qual é o tema, a mensagem do filme?
Que a emoção humana é o ingrediente que nenhuma máquina fabrica sozinha. Numa era de tecnologia e inteligência artificial, o filme celebra o que continua sendo insubstituível: o afeto, a coragem e o trabalho em conjunto. É ciência com coração.
É baseado em livro?
O filme integra um universo que também ganha forma em um romance infantojuvenil, Byte e o Grande Livro das Invenções, escrito por Raphael Martinez. O livro leva o nome do robô; o filme, o do menino. As duas obras se conversam, e cada uma se sustenta sozinha.
Elenco
Quem está no elenco?
Estão confirmados Fafy Siqueira, no papel da cientista Frida, e Blota Jr., como o Dr. Arnaldo. Os papéis dos jovens protagonistas são vividos por jovens talentos do cinema e da TV, com anúncios a serem feitos mais perto das filmagens.
Por que Fafy Siqueira?
Porque ela reúne o carisma e o timing cômico que o papel de Frida pede: uma vilã que diverte tanto quanto assusta. É um rosto que o público brasileiro conhece e ama, e que ajuda uma produção nova a se aproximar da plateia.
O Byte tem voz? Quem faz?
O Byte não fala como uma pessoa. Ele se expressa por luz, som e movimento, e a construção dessa "voz" faz parte do desenho de som do filme. Os detalhes técnicos serão divulgados na fase de pós-produção.
Direção, roteiro e produção
Quem dirige?
Raphael Martinez, cineasta paulistano nascido no Capão Redondo e fundador do Instituto Paulista de Cinema. Dirige conteúdo audiovisual há mais de quinze anos e, entre 2021 e 2023, foi diretor técnico da Vila Sésamo no Brasil. Em 2026, foi selecionado para o SXSW com a palestra "Talent Has No Zip Code" (talento não tem CEP).
Quem assina o roteiro?
Mariana Elisabetsky, roteirista com passagem pela Disney no Brasil e décadas de experiência em narrativa para público amplo.
Quais são as produtoras?
O filme é uma produção de Dummy Filmes, MPV Filmes e Sabiá.
Produção e cronograma
Onde o filme é rodado?
A locação principal é Cruzeiro/SP, no Vale do Paraíba, com uso de espaços e paisagens da cidade e da região.
Quando são as filmagens?
As filmagens estão previstas para o período de 2026 a 2027.
Quando estreia?
A estreia nos cinemas está prevista para o Dia das Crianças de 2028, a janela ideal para um filme de família.
A imprensa noticiou estreia em 2027. Mudou?
Sim. A previsão divulgada no anúncio de 2025 era o verão de 2027. Com o avanço do planejamento de lançamento, a estreia foi posicionada para o Dia das Crianças de 2028: é a melhor janela para um filme voltado à família, alinhada à circulação em festivais ao longo de 2028. É um ajuste de calendário, não uma mudança no projeto.
Qual a duração e a classificação?
A duração prevista é de 90 a 120 minutos, e a classificação será Livre, para todos os públicos.
Cruzeiro e o território
Por que Cruzeiro foi escolhida?
Pela preservação histórica, pela forte identidade cultural, pelas belezas naturais e pela infraestrutura da cidade e da região. Cruzeiro não é um pano de fundo qualquer: a produção escolheu nascer ali, e a cidade abraçou o projeto.
Qual é a relação com a Prefeitura?
A Prefeitura de Cruzeiro é parceira do projeto, com apoio institucional e cessão de espaços públicos. A parceria é de apoio e locação. O filme é uma produção independente, não uma obra de encomenda do município.
O filme fala da história de Cruzeiro?
A cidade e sua história dão textura ao mundo do filme. Cruzeiro é, oficialmente, a Capital Nacional da Revolução Constitucionalista de 1932 (Lei federal nº 14.841/2024), e essa memória do Vale do Paraíba faz parte do chão sobre o qual a aventura se apoia.
Qual o impacto para a economia local?
A produção movimenta a economia da cidade e da região durante as filmagens, contratando serviços, fornecedores e mão de obra locais, e projetando a imagem de Cruzeiro para todo o país junto com o filme.
Financiamento e transparência
Como o filme é financiado?
Por uma combinação de fomento e incentivo à cultura. O projeto conta com aporte do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA), do Governo Federal, e com recursos captados por leis de incentivo federais e estaduais.
É dinheiro público? Como funciona?
O FSA é um fundo público de fomento ao audiovisual, e as leis de incentivo permitem que empresas destinem parte de impostos devidos a projetos culturais aprovados. Todo recurso desse tipo passa por aprovação e prestação de contas aos órgãos competentes. É o mesmo mecanismo que sustenta boa parte do cinema brasileiro.
Qual é o orçamento total?
O orçamento fechado não é divulgado publicamente, prática comum no setor. A produção confirma o apoio do FSA e a captação por leis de incentivo, e mantém a prestação de contas em dia com os órgãos de fomento.
Marcas podem patrocinar o filme?
Sim. O projeto tem cotas de patrocínio abertas, com contrapartidas de marca e possibilidade de uso de leis de incentivo. Empresas interessadas podem falar com a produção pelo contato no fim da página.
Distribuição e lançamento
Onde o público vai poder ver?
O plano é de lançamento nos cinemas em todo o país, seguido de circulação em outras janelas (TV e streaming), conforme os acordos de distribuição a serem fechados.
O filme vai a festivais?
A estratégia de circulação mira festivais de cinema, com atenção às mostras de cinema para a família e para a juventude, ao longo de 2028. As seleções serão anunciadas quando confirmadas.
Já tem distribuidora e streaming definidos?
As conversas de distribuição em salas, TV e streaming estão em andamento. Anunciaremos os parceiros quando os contratos estiverem fechados.
O universo em expansão
Existe um livro?
Sim. Byte e o Grande Livro das Invenções, romance infantojuvenil de Raphael Martinez, ambientado no mesmo universo. É uma obra concluída, em processo de apresentação a editoras.
E o Laboratório Maker, o que é?
É um programa spin-off, uma série de criação em que uma bancada de inventores constrói a versão maker do robô Byte com as câmeras ligadas. Funciona como conteúdo próprio e como formação de público para o filme, e tem o elenco formado apenas por adultos.
O Byte pode virar produto?
O Byte foi concebido para ser um personagem de longa vida, com potencial de licenciamento (do brinquedo ao material escolar) como alternativa 100% brasileira num mercado dominado por personagens estrangeiros.
Impacto social
O projeto tem uma frente social?
Sim. Está ligado ao Instituto Paulista de Cinema, escola de formação audiovisual fundada pelo diretor, que forma jovens, muitos de periferia, para o mercado. A tese "talento não tem CEP" atravessa o projeto inteiro.
E acessibilidade?
As entregas do projeto contemplam recursos de acessibilidade (como legenda descritiva e audiodescrição), em linha com as boas práticas do setor e com as exigências dos mecanismos de fomento.
Como o filme dialoga com as escolas?
Pelo tema (ciência, invenção, trabalho em equipe) e pela ambientação histórica, o projeto tem afinidade natural com o público escolar, e o universo gera material que pode chegar à sala de aula.
Perguntas mais delicadas
Por que essa história importa agora?
Porque é uma aventura brasileira, com rosto, sotaque e território nossos, que fala de ciência e afeto num momento em que o país precisa de heróis próprios. E porque prova que dá para fazer cinema de família de qualidade a partir do interior de São Paulo, com talento local.
O filme usa inteligência artificial para ser feito?
O filme é feito por pessoas: roteiristas, diretores, atores, técnicos e artistas. O Byte é construído com técnicas maker reais e efeitos práticos, não é um personagem gerado por software. A tecnologia entra a serviço da criação humana, nunca no lugar dela.
Há menores no elenco? Como são protegidos?
Sim, o filme tem protagonistas crianças e adolescentes, como manda a história. A produção segue todas as exigências legais para o trabalho de menores em set: autorização judicial, presença de responsáveis, jornada adequada à idade e acompanhamento. (No spin-off Laboratório Maker, por outro lado, o elenco é formado apenas por adultos.)
É uma obra de encomenda da Prefeitura?
Não. É uma produção independente. A Prefeitura é parceira de apoio e locação, e não financia nem controla o conteúdo do filme.
Por que um robô sem braços?
Porque a limitação é o coração do personagem. Um robô que não pode abraçar, e que passa o filme inteiro buscando um jeito de fazê-lo, diz mais sobre afeto do que qualquer discurso. É uma escolha de design a serviço da emoção.